Eles estiveram por um fio de não estarem presentes, mas agora podem protagonizar um dos duelos mais esperados do Gre-Nal 403. Pendurados na última rodada, Barcos e Nilmar travam disputa à parte. Afinal, a dupla, que nunca se enfrentou, já mostrou, em momentos separados, que sabe marcar em clássico. Juntos, eles somam nove gols.

Mas nem tudo é semelhança. Apenas um deles sabe o que é vencer, a ponto de se transformar num dos grandes carrascos contemporâneos do maior rival. O outro, ao contrário, precisa trilhar caminho mais sólido. A chance para ambos surge neste domingo, às 17h, pela 33ª rodada do Brasileirão.

Nilmar volta a disputar um Gre-Nal desde 2009. Seu último clássico se deu em 19 de julho de 2009, o famoso Gre-Nal do Centenário, no Estádio Olímpico. Como de costume, o atacante foi às redes, mas viu o Grêmio virar no segundo tempo. 


Perder Gre-Nais não faz parte da rotina do jogador de 30 anos. Está certo que demorou a vencer. Triunfaria apenas no quarto embate. Mas tomaria gosto pelo sucesso. No total, são 12 clássicos, com seis vitórias, quatro empates e apenas duas derrotas. A estreia foi em 15 de junho de 2003, um 0 a 0 no Olímpico, em que o grande destaque fora o goleiro rival Danrlei. 

 

A história de Barcos em Gre-Nais é mais curta. Não atuou nos clássicos do Gauchão de 2013 devido à estratégia do então treinador Vanderlei Luxemburgo, de poupar os titulares para a Libertadores. Tem na sua ainda incipiente trajetória no embate o drama do jejum tricolor. Ainda não vencera o maior rival.

No entanto, logo em sua estreia, foi às redes. Marcou de pênalti em 4 de agosto do ano passado, no primeiro Gre-Nal disputado na Arena, pelo Brasileirão. A partida terminou em 1 a 1. Barcos empataria os seus outros dois Gre-Nais, com mais um gol de pênalti na Arena, no 1 a 1 do Gauchão desta temporada. Depois, foram três derrotas. No Gre-Nal 400, novamente na casa tricolor, marcou. Desta vez, em belo golpe de cabeça, incapaz de evitar a virada.